Gabriel, a propósito do Beijo de Klimt, lembrei-me que também deviamos fazer referência à escultura, uma vez que já falámos de literatura, música e pintura. Veio-me logo à ideia O Beijo de Rodin.
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
DIA DE S. VALENTIM
No dia dos namorados, escolhi uma pintura. O BEIJO, do austríaco Gustav Klimt. Este quadro, pintado entre 1907 e 1908, é o mais famoso de Klimt e através dele o pintor exprime a paixão dos amantes.
Apreciem-no e deixem os vossos comentários sobre o quadro, o Beijo e o beijar, o dia dos namorados, a importância de namorar, o Amor!
Apreciem-no e deixem os vossos comentários sobre o quadro, o Beijo e o beijar, o dia dos namorados, a importância de namorar, o Amor!
sábado, 12 de fevereiro de 2011
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
O AMOR
Muitos foram os poetas que cantaram o AMOR. Alguns escreveram páginas de uma beleza poética extraordinária. Carlos Drummond de Andrade, Fernando Pessoa, Camões, Shekespeare...
Hoje gostaria de partilhar convosco um poema do poeta brasileiro, intitulado "Amor Antigo". Belíssimo! Nunca as palavras Amor e Antigo combinaram tão bem! Apreciem
Hoje gostaria de partilhar convosco um poema do poeta brasileiro, intitulado "Amor Antigo". Belíssimo! Nunca as palavras Amor e Antigo combinaram tão bem! Apreciem
Ao Amor Antigo
O amor antigo vive de si mesmo,
não de cultivo alheio ou de presença.
Nada exige nem pede. Nada espera,
mas do destino vão nega a sentença.
O amor antigo tem raízes fundas,
feitas de sofrimento e de beleza.
Por aquelas mergulha no infinito,
e por estas suplanta a natureza.
Se em toda parte o tempo desmorona
aquilo que foi grande e deslumbrante,
a antigo amor, porém, nunca fenece
e a cada dia surge mais amante.
Mais ardente, mas pobre de esperança.
Mais triste? Não. Ele venceu a dor,
e resplandece no seu canto obscuro,
tanto mais velho quanto mais amor.
Carlos Drummond de Andrade
quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011
CENTRO PORTUGUÊS DE FOTOGRAFIA
Depois de Serralves, os alunos do 7ºA e do 9ºC seguiram para o centro do Porto. Frente à Torre dos Clérigos, no renovado jardim da Cordoaria, almoçaram e conviveram divertidamente até que chegou a hora de conhecer o Centro Português de Fotografia, que funciona mesmo ali em frente, ou seja, na antiga Cadeia de Relação do Porto.
Os alunos foram divididos por dois grupos e tiveram direito a visita guiada. Ao mesmo tempo que iam apreciando as duas exposições temporárias actualmente patentes no Centro Português de Fotografia (uma delas sobre os concelhos da região Duriense), a simpática guia ia elucidando alunos e professores sobre a história do espaço actualmente transformado em centro de fotografia. A antiga Cadeia da Relação do Porto é um local cheio de pequenas histórias.
Ficámos a saber que os reclusos estavam dispostos por andares, sendo que os mais pobres ficam nas frias enxovias do rés-do-chão, os da classe média eram colocados em salões de soalho e paredes de argamassa do segundo andar, enquanto os presos mais importantes (como o escritor Camilo Castelo Branco) tinham à sua espera celas individuais no terceiro andar. A cela de Camilo Castelo Branco tinha um extraordinária vista sobre a cidade que, por certo, serviu de fonte inspiradora a alguns dos seus mais famosos romances.
Os alunos perceberam ainda que havia uma divisão clara entre a parte do Tribunal e a parte da Cadeia, bem visível até na beleza arquitectónica dos espaços, como como muito documenta a reportagem fotográfica de João Duro.
No andar superior, podemos apreciar uma interessante exposição de máquinas fotográficas antigas, com especial destaque para "aquele pequeno monstro" inicial que nos fez recuar aos primórdios da fotografia.
Como estávamos numa cadeia, não pudemos deixar de reparar nas antiquíssimas fotos de presos famosos e menos famosos da Antiga Cadeia da Relação.
O tempo da visita passou a voar, o que só demonstra como foi criteriosa a planificação desta visita de estudo pelo professor Antero Pereira.
Num edifício cheio de História e de memórias nada melhor de que um Centro de Fotografia para o documentar.
Aprecia as fotos e deixa o teu comentário.
Os alunos foram divididos por dois grupos e tiveram direito a visita guiada. Ao mesmo tempo que iam apreciando as duas exposições temporárias actualmente patentes no Centro Português de Fotografia (uma delas sobre os concelhos da região Duriense), a simpática guia ia elucidando alunos e professores sobre a história do espaço actualmente transformado em centro de fotografia. A antiga Cadeia da Relação do Porto é um local cheio de pequenas histórias.
Ficámos a saber que os reclusos estavam dispostos por andares, sendo que os mais pobres ficam nas frias enxovias do rés-do-chão, os da classe média eram colocados em salões de soalho e paredes de argamassa do segundo andar, enquanto os presos mais importantes (como o escritor Camilo Castelo Branco) tinham à sua espera celas individuais no terceiro andar. A cela de Camilo Castelo Branco tinha um extraordinária vista sobre a cidade que, por certo, serviu de fonte inspiradora a alguns dos seus mais famosos romances.
Os alunos perceberam ainda que havia uma divisão clara entre a parte do Tribunal e a parte da Cadeia, bem visível até na beleza arquitectónica dos espaços, como como muito documenta a reportagem fotográfica de João Duro.
No andar superior, podemos apreciar uma interessante exposição de máquinas fotográficas antigas, com especial destaque para "aquele pequeno monstro" inicial que nos fez recuar aos primórdios da fotografia.
Como estávamos numa cadeia, não pudemos deixar de reparar nas antiquíssimas fotos de presos famosos e menos famosos da Antiga Cadeia da Relação.
O tempo da visita passou a voar, o que só demonstra como foi criteriosa a planificação desta visita de estudo pelo professor Antero Pereira.
Num edifício cheio de História e de memórias nada melhor de que um Centro de Fotografia para o documentar.
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quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
SERRALVES
Serralves é um manjar para os sentidos, um momento único onde o espírito comunga da beleza da natureza ao mesmo tempo que recebe as primeiras lições sobre arte contemporânea.
Foi este prazer imenso que os alunos do 7º A e do 9ºC experimentaram na manhã do dia 4 de Fevereiro.
Depois do rei sol se ter imposto às inconvenientes ameaças das geadas matinais, estes alunos foram ao encontro duma visita de estudo magnífica, isto é, às exposições do museu de arte contemporânea de Serralves, no Porto, e aos seus imponentes e belos jardins. Três guias foram explicando aos grupos de alunos o que era arte contemporânea, a arquitectura do museu e dos jardins, ensinando a ler e a perceber algumas das exposições actualmente patentes.
Por entre salas enormes, alunos e professores iam sorvendo insólitas maneiras de fazer arte.
E este foi só o primeiro presente que o professor de Educação Visual, Antero Pereira, tinha preparado para aquele dia…
Entretanto aprecia a bela reportagem fotográfica de João Duro.
Entretanto aprecia a bela reportagem fotográfica de João Duro.
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